Aquela catadora de estrelas +Comentar 0 comment(s)
É como se eu fosse um céu sem estrelas ou um mar sem conchinhas. É como olhar para a lua e esquecer de São Jorge, ou como ser criança e não lembrar de sorrir. É como quando chove, mas sem o frescor da terra molhada, é como num instante em que o fim de tarde se enraivece numa repentina tempestade, e você lá, meio perdida, meio encontrada, pequena, com medo dos trovões.
É como ser feliz, mas ainda não.
São aqueles estranhos segundos antes de cair, essa estranha sensação de irrealidade e impotência. É o choque doloroso, implacável, de um corpo batendo no chão. É despetalar uma rosa, e só então perceber o quão bonita ela era.
E cada palavra é como o vento que bagunça as folhas de outono caídas no chão. E cada sorriso foi como o último brigadeiro da festa. E cada lembrança é como o quebrar de um sorriso de vidro ou o escorrer da última lágrima.
É a percepção e a realização da saudade. E também é como as conchinhas que perdi na areia.
Por: Luíza dC.
É como ser feliz, mas ainda não.
São aqueles estranhos segundos antes de cair, essa estranha sensação de irrealidade e impotência. É o choque doloroso, implacável, de um corpo batendo no chão. É despetalar uma rosa, e só então perceber o quão bonita ela era.
E cada palavra é como o vento que bagunça as folhas de outono caídas no chão. E cada sorriso foi como o último brigadeiro da festa. E cada lembrança é como o quebrar de um sorriso de vidro ou o escorrer da última lágrima.
É a percepção e a realização da saudade. E também é como as conchinhas que perdi na areia.
Por: Luíza dC.Marcadores: As coisas que eu não te falei
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